Tempo para Sentir

Sessões individuais para mulheres sensíveis que querem reservar para si mesmas um momento para abrandar e se restabelecer.

Para quem é?

Este tempo é para ti se desejas:

• Explorar a massagem como um veículo de presença e relaxamento
• Ser cuidada com delicadeza e respeito pela tua singularidade
• Descansar num ambiente tranquilo e sem sobrecarga de estímulos
• Usar o mundo sensorial como uma experiência de amparo
• Reconectar com a sabedoria mais intuitiva do corpo

O Tempo para Sentir é um momento para dar descanso à conceptualidade e criar espaço para um sentir mais profundo e intuitivo – não só o que se passa na nossa estrutura músculo-esquelética, mas também as inquietações, os limites que estão esticados, e os lugares de conforto e apaziguamento que já temos dentro de nós.

Para isso, honramos o silêncio, usamos a respiração, o movimento e a massagem para aceder delicadamente ao mundo interno. Temos uma linha orientadora mas, nos detalhes, co-construímos a experiência juntas:

informações práticas

Duração da sessão: 90 minutos
Onde:
• Porto | 45€
• Domicílios na Foz, Matosinhos, Maia | 60€


FAQ

O que torna o Tempo para Sentir diferente de uma massagem convencional?
  • Como uma pessoa muito sensível, o meu sistema precisa de longos momentos para se ajustar às circunstâncias – e o Tempo para Sentir é um espelho disso.

    Uma massagem é uma experiência sensível e vulnerável onde literalmente nos colocamos nas mãos de outra pessoa, e eu acredito que esse processo deve ser construído devagar. Antes de qualquer contacto, são necessárias pontes entre tudo o que aconteceu até ali – a história singular, a ocupação, as preocupações, as resoluções, (…) – e o momento presente.

    A forma como eu escolho construir essas pontes é: 1) tendo um tempo inicial para conversarmos, 2) usando a respiração para trazer a mente para o nosso espaço partilhado, e 3) alongando o corpo de uma foma que sinalize que a experiência é segura e respeitadora dos teus múltiplos limites. Só depois começamos a trabalhar as estruturas com mais profundidade, usando uma combinação de Massagem Sueca e Tui Na (uma técnica da Medicina Tradicional Chinesa).
Vamos conversar durante a sessão?
  • Vamos conversar no início, e em alguns momentos podemos precisar confirmar como te estás a sentir – especialmente nas transições entre respirar, alongar e relaxar. Mas na maior parte do tempo vamos usufruir do silêncio, para que eu te possa ouvir melhor, e tu possas sentir com presença, afeto e clareza o que está vivo para ti naquele momento.
Tenho uma lesão muscular e/ou esquelética, estas sessões são para mim?
  • Se encontrarmos zonas de maior tensão, contraturas, aderências ou restrições de mobilidade, podemos recorrer a algumas técnicas terapêuticas do Tui Na para ajudar o corpo a libertar. No entanto, o foco destas sessões não é a reabilitação de lesões nem o tratamento clínico, mas sim uma abordagem somática orientada para um sentir mais profundo e intuitivo que depois se reflicta em maior relaxamento e clareza mental.
Como vou ficar depois do Tempo para Sentir?
  • O que procuramos é que saias com a sensação de que a energia vital está mais bem distribuída – talvez uma experiência de desbloqueio, de maior simetria, e de mais integração entre o corpo físico e a tua experiência interna. Dito isto, é normal sentires algum cansaço no próprio dia ou no seguinte, e ocasionalmente alguma sensibilidade muscular se não estiveres habituada a receber massagens. O corpo precisará do seu tempo para se reorganizar.
Porque é que ofereces este tipo de sessões?
  • Desde cedo senti um apelo pelas terapias manuais. Em criança e adolescente, fazia longas massagens na cabeça, nos ombros e nos braços das minhas primas e amigas – não imaginando que isso alguma vez poderia tornar-se parte da minha vida profissional.

    Nos últimos anos interessei-me pela acupressão como forma de me autorregular. Comecei por experimentar pontos que libertavam tensões musculares, e fui descobrindo outros que me ajudavam a atravessar experiências emocionais mais difíceis, ou simplesmente a sentir o corpo mais desimpedido.

    Este percurso, aliado à minha paixão pelas práticas contemplativas e ao desejo de as traduzir em jornadas de autocuidado reais e sustentadas – como o Atelier do Cuidado – levou-me à formação em Massagem Terapêutica no Instituto Português de Naturologia, que estou perto de terminar.

    Estas sessões são então o reflexo do meu olhar sensível sobre a experiência humana e dos vários elementos que me têm ajudado a passar pelos ventos e marés da vida.