Tempo para Sentir – Massagem Terapêutica

Sessões individuais para pessoas sensíveis que querem reservar para si mesmas um momento para abrandar e se restabelecer.

relaxamento muscular • mobilidade • desbloqueio • integração

Este tempo é para ti, se desejas

• Explorar a massagem como um veículo de presença e relaxamento
• Ser cuidado/a com delicadeza e respeito pela tua singularidade
• Descansar num ambiente tranquilo e sem sobrecarga de estímulos
• Usar o mundo sensorial como uma experiência de amparo
• Reconectar com a sabedoria intuitiva do corpo

O Tempo para Sentir é um momento para dar descanso à conceitualidade e criar espaço para um sentir mais profundo e intuitivo – não só sentir o que se passa na nossa estrutura músculo-esquelética, mas também as inquietações, os limites que estão esticados, e os lugares de conforto e apaziguamento que já temos dentro de nós.

Para isso, honramos o silêncio, usamos a respiração, o movimento e a massagem para aceder delicadamente ao mundo interno.

Temos uma linha orientadora, mas, nos detalhes, co-criamos a experiência junto/as:

informações práticas

Sessão individual: 40€
1 sessão de 75 minutos, ideal para a primeira vez ou para um momento pontual de cuidado

Pacote 4 sessões: 140€
4 sessões de 75 minutos para aprofundarmos o trabalho (válido por 3 meses)

Localização: Espaço 211 – R. Dr. Ramalho Fontes 211 | Nevogilde, Porto

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Estacionamento na R. do Molhe, na R. Dr. Ramalho Fontes ou na R. Alfageme de Santarém


FAQ

O que torna o Tempo para Sentir diferente de uma massagem convencional?
  • Como uma pessoa muito sensível, o meu sistema precisa de longos momentos para se ajustar às circunstâncias – e o Tempo para Sentir é um espelho disso.

    Uma massagem é uma experiência sensível e vulnerável onde literalmente nos colocamos nas mãos de outra pessoa, e eu acredito que esse processo deve ser construído devagar. Antes de qualquer contacto, são necessárias pontes entre tudo o que aconteceu até ali – a história singular, a ocupação, as preocupações, as resoluções, (…) – e o momento presente.

    A forma como eu escolho construir essas pontes é: 1) tendo um tempo inicial para conversarmos, 2) usando a respiração para trazer a mente para o nosso espaço partilhado, e 3) movendo o corpo de uma forma que sinalize que a experiência é segura e respeitadora dos teus múltiplos limites. Só depois começamos a trabalhar as estruturas com mais profundidade, usando uma combinação de Massagem Sueca, Shiatsu e Massagem Tui Na (um dos pilares da Medicina Tradicional Chinesa).
Vamos conversar durante a sessão?
  • Vamos conversar no início, e em alguns momentos podemos precisar confirmar como te estás a sentir – especialmente nas transições entre respirar, movimentar e relaxar. Mas na maior parte do tempo vamos usufruir do silêncio, para que eu te possa ouvir melhor, e tu possas sentir com presença, afeto e clareza o que está vivo para ti naquele momento.
Tenho uma lesão muscular e/ou esquelética, estas sessões são para mim?
  • Ao encontrarmos zonas de maior tensão, contraturas, aderências ou restrições de mobilidade, vamos recorrer a técnicas terapêuticas para ajudar o corpo a libertar e auxiliar o teu processo de regeneração. No entanto, o foco destas sessões não é a reabilitação de lesões ou patologias mais severas, mas sim uma abordagem somática orientada para um sentir mais profundo e intuitivo que depois se reflete em maior relaxamento e bem estar geral.
Como vou ficar depois do Tempo para Sentir?
  • O que procuramos é que saias com a sensação de que a energia vital está mais bem distribuída – talvez uma experiência de desbloqueio, de maior simetria, e de mais integração entre o corpo físico e a tua experiência interna. Dito isto, é normal sentires algum cansaço no próprio dia ou no seguinte, e ocasionalmente alguma sensibilidade muscular se não estiveres habituada a receber massagens. O corpo precisará do seu tempo para se reorganizar.
Porque é que ofereces este tipo de sessões?
  • Desde cedo senti um apelo pelas terapias manuais. Em criança e adolescente, fazia massagens na cabeça, nos ombros e nos braços das minhas primas e amigas – não imaginando que isso alguma vez poderia tornar-se parte da minha vida profissional.

    Nos últimos anos interessei-me pela acupressão como forma de me autorregular. Comecei por experimentar pontos que libertavam tensões musculares, e fui descobrindo outros que me ajudavam a atravessar experiências emocionais mais difíceis, ou simplesmente a sentir o corpo mais desimpedido.

    Este percurso, aliado à minha paixão pelas práticas contemplativas e ao desejo de as traduzir em jornadas de autocuidado reais e sustentadas – como o Atelier do Cuidado – levou-me à formação de Massagem Terapêutica no Instituto Português de Naturologia.

    Estas sessões são então o reflexo do meu olhar sensível sobre a experiência humana e dos vários elementos que me têm ajudado a passar pelos ventos e marés da vida.